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sábado, 6 de novembro de 2010

ECONOMIA

DEM lamenta movimentação de governadores pela recriação da CPMF

A nova presidente da República, Dilma Rousseff, nem bem tomou posse no cargo e as articulações políticas estão cada vez mais intensas, principalmente para a recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF).

Durante a Campanha Dilma Rousseff se disse contrária a sua criação, mas o que se vê´agora, antes da sua entrada no comando do Governo, é uma forte articulação de seus aliados para que a CPMF seja restabelecida em detrimento do povo.

O DEM, através de suas lideranças políticas, já deu sinais de que vai lutar com todas as forças para impedir essa possibilidade.

Em 2007 o partido teve um papel fundamental, quando o chamado imposto do cheque foi extinto no Senado.

A liderança do DEM no Senado divulgou uma nota ontem para lamentar a movimentação de alguns governadores eleitos, que sob “a inspiração do presidente Lula”, defendem a criação de um novo tributo aos moldes da CPMF para financiar a saúde.

O movimento é liderado pelos governadores eleitos do PSB.

“Todos sabemos da necessidade urgente de uma reforma no sistema tributário nacional, que desonere a produção e a prestação de bens e serviços e que fortaleça o pacto federativo. O Brasil não precisa de mais impostos”, disse o partido.

O DEM considera inaceitável o fato desse tema não ter sido discutido durante a campanha eleitoral.

O partido ainda rejeitou a ideia de que faltam recursos para custear as despesas do setor.

“Dinheiro não falta. Falta gestão, sobriedade administrativa e respeito ao cidadão e ao voto que ele pôs nas urnas”, afirmou.

Quinta-feira, o líder do DEM na Câmara, Paulo Bornhausen (SC), já tinha divulgado uma outra nota para conclamar a oposição a lutar contra a criação do imposto.

Para o deputado, a solução do “caos na saúde” passa pela regulamentação da Emenda 29, que obriga a União, os Estados e os municípios a investirem mais no setor.

Ainda ontem, entidades como Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio) também manifestaram sua contrariedade com a hipótese de ser recriado o imposto do cheque.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Leia a coluna do
Presidente Lula
na edição de Terça-feira, do
Jornal Correio de Notícias
Plano da Anatel amplia proteção do direito dos consumidores

Telefonia vai receber maiores garantias de proteção da Anatel
O Conselho Diretor da Anatel aprovou, em reunião realizada na semana passada, o Plano de Ação Pró-Usuários.
Trata-se de um conjunto de ações efetivas em regulação, transparência e controle social que visam a aperfeiçoar e a ampliar a proteção aos direitos do consumidor e aumentar a participação da sociedade no processo regulatório.
A ser implementado a partir deste ano, o plano de ação pró-usuários consolida, em um único documento, os diversos esforços que vinham sendo desenvolvidos na Agência e também permite conferir mais clareza às ações destinadas à proteção dos direitos do consumidor de telecomunicações.
Os objetivos específicos do plano, segundo informações prestadas pela Anatel, são promover a internalização da importância da proteção aos direitos dos consumidores de serviços de telecomunicações no âmbito da Anatel, como proporcionar às instituições que atuam na proteção e defesa do consumidor e aos cidadãos maior participação nos processos regulatórios da Anatel, promovendo parcerias com os órgãos oficiais de defesa do consumidor, tais como Ministério Público, Ministério da Justiça, Procons e entidades representativas da sociedade organizada, bem como com os órgãos oficiais de defesa da concorrência, além de intensificar a atuação da Anatel junto às prestadoras com vistas à melhoria da qualidade dos serviços de telecomunicações na visão do consumidor

domingo, 31 de outubro de 2010

O resto é conversa?
Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso


No artigo que estamos reproduzindo nesta oportunidade, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, publicou neste domingo, nos jornais O Estado de S. Paulo e O Globo, apresentou a verdade sobre assuntos que todo brasileiro deveria conhecer.
Um texto que melhora o domingo de todos os brasileiros, pois trás luz a uma verdade que todos já sabiamos.



SEM MEDO DO PASSADO

Fernando Henrique Cardoso

O presidente Lula passa por momentos de euforia que o levam a inventar inimigos e enunciar inverdades. Para ganhar sua guerra imaginária, distorce o ocorrido no governo do antecessor, auto glorifica-se na comparação e sugere que se a oposição ganhar será o caos. Por trás dessas bravatas está o personalismo e o fantasma da intolerância: só eu e os meus somos capazes de tanta glória. Houve quem dissesse “o Estado sou eu”. Lula dirá, o Brasil sou eu! Ecos de um autoritarismo mais chegado à direita.


Lamento que Lula se deixe contaminar por impulsos tão toscos e perigosos. Ele possui méritos de sobra para defender a candidatura que queira. Deu passos adiante no que fora plantado por seus antecessores. Para que, então, baixar o nível da política à dissimulação e à mentira?

A estratégia do petismo-lulista é simples: desconstruir o inimigo principal, o PSDB e FHC (muita honra para um pobre marquês…). Por que seríamos o inimigo principal? Porque podemos ganhar as eleições. Como desconstruir o inimigo?

Negando o que de bom foi feito e apossando-se de tudo que dele herdaram como se deles sempre tivesse sido. Onde está a política mais consciente e benéfica para todos? No ralo.

Lamento que Lula se deixe contaminar por impulsos tão toscos e perigosos. Ele possui méritos de sobra para defender a candidatura que queira. Deu passos adiante no que fora plantado por seus antecessores. Para que, então, baixar o nível da política à dissimulação e à mentira?

Na campanha haverá um mote – o governo do PSDB foi “neoliberal” – e dois alvos principais: a privatização das estatais e a suposta inação na área social. Os dados dizem outra coisa. Mas os dados, ora os dados… O que conta é repetir a versão conveniente.

Há três semanas Lula disse que recebeu um governo estagnado, sem plano de desenvolvimento. Esqueceu-se da estabilidade da moeda, da lei de responsabilidade fiscal, da recuperação do BNDES, da modernização da Petrobras, que triplicou a produção depois do fim do monopólio e, premida pela competição e beneficiada pela flexibilidade, chegou à descoberta do pré-sal. Esqueceu-se do fortalecimento do Banco do Brasil, capitalizado com mais de R$ 6 bilhões e, junto com a Caixa Econômica, libertados da politicagem e recuperados para a execução de políticas de Estado.

Esqueceu-se dos investimentos do programa Avança Brasil, que, com menos alarde e mais eficiência que o PAC, permitiu concluir um número maior de obras essenciais ao país. Esqueceu-se dos ganhos que a privatização do sistema Telebrás trouxe para o povo brasileiro, com a democratização do acesso à internet e aos celulares, do fato de que a Vale privatizada paga mais impostos ao governo do que este jamais recebeu em dividendos quando a empresa era estatal, de que a Embraer, hoje orgulho nacional, só pôde dar o salto que deu depois de privatizada, de que essas empresas continuam em mãos brasileiras, gerando empregos e desenvolvimento no país.

Esqueceu-se de que o país pagou um custo alto por anos de “bravata” do PT e dele próprio. Esqueceu-se de sua responsabilidade e de seu partido pelo temor que tomou conta dos mercados em 2002, quando fomos obrigados a pedir socorro ao FMI – com aval de Lula, diga-se – para que houvesse um colchão de reservas no início do governo seguinte. Esqueceu-se de que foi esse temor que atiçou a inflação e levou seu governo a elevar o superávit primário e os juros às nuvens em 2003, para comprar a confiança dos mercados, mesmo que à custa de tudo que haviam pregado, ele e seu partido, nos anos anteriores.

Os exemplos são inúmeros para desmontar o espantalho petista sobre o suposto “neoliberalismo” peessedebista. Alguns vêm do próprio campo petista. Vejam o que disse o atual presidente do partido, José Eduardo Dutra, ex-presidente da Petrobrás, citado por Adriano Pires, no Brasil Econômico de 13/1/2010. “Se eu voltar ao parlamento e tiver uma emenda propondo a situação anterior (monopólio), voto contra. Quando foi quebrado o monopólio, a Petrobrás produzia 600 mil barris por dia e tinha 6 milhões de barris de reservas. Dez anos depois, produz 1,8 milhão por dia, tem reservas de 13 bilhões. Venceu a realidade, que muitas vezes é bem diferente da idealização que a gente faz dela”.

O outro alvo da distorção petista refere-se à insensibilidade social de quem só se preocuparia com a economia. Os fatos são diferentes: com o Real, a população pobre diminuiu de 35% para 28% do total. A pobreza continuou caindo, com alguma oscilação, até atingir 18% em 2007, fruto do efeito acumulado de políticas sociais e econômicas, entre elas o aumento do salário mínimo. De 1995 a 2002, houve um aumento real de 47,4%; de 2003 a 2009, de 49,5%. O rendimento médio mensal dos trabalhadores, descontada a inflação, não cresceu espetacularmente no período, salvo entre 1993 e 1997, quando saltou de R$ 800 para aproximadamente R$ 1.200. Hoje se encontra abaixo do nível alcançado nos anos iniciais do Plano Real.

Por fim, os programas de transferência direta de renda (hoje Bolsa-Família), vendidos como uma exclusividade deste governo. Na verdade, eles começaram em um município (Campinas) e no Distrito Federal, estenderam-se para Estados (Goiás) e ganharam abrangência nacional em meu governo. O Bolsa-Escola atingiu cerca de 5 milhões de famílias, às quais o governo atual juntou outras 6 milhões, já com o nome de Bolsa-Família, englobando em uma só bolsa os programas anteriores.

É mentira, portanto, dizer que o PSDB “não olhou para o social”. Não apenas olhou como fez e fez muito nessa área: o SUS saiu do papel à realidade; o programa da aids tornou-se referência mundial; viabilizamos os medicamentos genéricos, sem temor às multinacionais; as equipes de Saúde da Família, pouco mais de 300 em 1994, tornaram-se mais de 16 mil em 2002; o programa “Toda Criança na Escola” trouxe para o Ensino Fundamental quase 100% das crianças de sete a 14 anos. Foi também no governo do PSDB que se pôs em prática a política que assiste hoje a mais de 3 milhões de idosos e deficientes (em 1996, eram apenas 300 mil).

Eleições não se ganham com o retrovisor. O eleitor vota em quem confia e lhe abre um horizonte de esperanças. Mas se o lulismo quiser comparar, sem mentir e sem descontextualizar, a briga é boa.

Nada a temer.


quinta-feira, 28 de outubro de 2010


Salário mínimo de 2011 começa a ser definido na próxima semana

O valor do salário mínimo que entrará em vigor a partir do próximo ano começará a ser definido a partir da próxima semana, 1º de novembro.

O relator-geral da proposta de Orçamento da União, o senador Gim Argello (PTB-DF), analisará se o mínimo será elevado de R$ 510 para R$ 538, conforme proposta do governo, ou para R$ 560, como querem as centrais sindicais.
Mas isso vai depender do relatório de receitas que chegará às mãos do relator nesta sexta-feira, 29, segundo informações da Agência Senado.
“Se couber, vamos elevar o salário mínimo para R$ 560”, declarou Argello.
A expectativa do senador é entregar o relatório preliminar em 5 de novembro, para que, a partir do dia 8, sejam feitas as emendas parlamentares do documento.
Ainda devem ser analisadas outras questões, como o reajuste dos salários dos servidores do Poder Judiciário, que pode gerar um gasto sobressalente de R$ 7 bilhões.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Leia e edição digital
do
Jornal Correio de Notícias

"O jornal que não tem medo da verdade!"



Leia em http://migre.me/1sdAL

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Dez novas empresas vão se instalar no Condomínio Industrial no Roma

Grupo da Rede Metal Negócios vai gerar mais de 300 empregos direto em Volta Redonda


O prefeito Antônio Francisco Neto recebeu em seu gabinete, no final da manhã desta quarta-feira (dia 29), representantes de dez empresas – que formam a Rede Metal Negócios - que vão se instalar no Condomínio Industrial de Volta Redonda, no bairro Roma, para assinatura do protocolo de instalação. Neto agradeceu a escolha de Volta Redonda e afirmou que este foi o “pontapé inicial” para a solidificação do condomínio industrial. “Faremos o possível para adiantar o processo de implantação das empresas”, ressaltou o prefeito.
De acordo com o presidente da Rede Metal Negócios, Manoel Carlos, este será um condomínio integrado metalmecânico no Sul Fluminense. “Juntos oferecemos trabalho de usinagem, caldeiraria, fresagem, fundição, obras civis, estruturas metálicas, além de serviços de elétrica, mecânica e projetos”, explicou o presidente da rede, acrescentando que as empresas já realizavam negócios compartilhados, mas a proximidade vai garantir fortalecimento das negociações.
“Também por uma questão de negócio e redução de custo, o condomínio da Rede Metal terá uma área comum a todas as dez empresas, voltada para compra e venda, além de capacitação de profissionais. Ainda serão divididos outros espaços, como restaurante, vestiários, salas de reuniões, auditório e serviços como segurança, provedor e rede única de internet”, afirmou Manoel Carlos.
O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Jessé de Holanda Cordeiro Júnior, apresentou um panorama do Condomínio Industrial Roma, que fica às margens da Rodovia Presidente Dutra e vai abrigar o aeroporto regional – de cargas e passageiros – e, futuramente, a nova rodoviária de Volta Redonda. “Temos uma área de 150 mil metros quadrados, aproximadamente, e devemos alcançar cerca de 2,5 mil novas vagas de emprego no local”, apontou o secretário.
“O condomínio da Rede Metal Negócios, que ocupará uma área de 26 mil metros quadrados, representa um investimento de R$ 14 milhões e a geração de 311 empregos diretos. A instalação das empresas será imediata, com funcionamento em um prazo de seis meses”, acrescentou Jessé.
O presidente da Metalsul (Sindicato das Indústrias do Médio Paraíba Fluminense), Henrique Carneiro, afirmou que faz parte da filosofia da entidade incentivar a criação de condomínios como este. “Certamente estes investimentos promovem o crescimento da indústria local”, disse.
Também estavam no encontro o presidente do Sinduscon (Sindicato das Indústrias da Construção e Mobiliário de Volta Redonda), Mauro Campos Pereira; o presidente da Aciap (Associação Comercial, Industrial e Agropastoril de Volta Redonda), Osmar Fernandes; e representantes do Conselho Municipal do Trabalho e Emprego de Volta Redonda.
O presidente da Fevre (Fundação Educacional de Volta Redonda), José Luiz de Sá, informou aos empresários sobre o convênio que está sendo firmado com a Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), através do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), por meio do qual será implantado um centro de treinamento para a área de metalmecânica em um galpão no bairro Aero Clube, fornecido pela Prefeitura. “Os profissionais formados lá certamente poderão ser aproveitados em suas empresas”, observou Sá.
As palavras dele foram endossadas pelo prefeito Neto, que ressaltou a preocupação do município com a qualificação de mão de obra. “A população nos cobra e nós entendemos que a geração de empregos é uma obrigação do poder público, mas é preciso primeiro haver mão de obra especializada. Por isso, investimos tanto para oferecer cursos para a população”, afirmou o prefeito, lembrando que ao lado do galpão doado à Firjan já funciona um centro de treinamento, mantido pela Prefeitura, para a área da construção civil.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Vale paga amanhã debentures

Vale paga remuneração semestral de Debêntures Participativas

A empresa Vale do Rio Doce estará efetuando amanhã (29), o pagamento de remuneração das debêntures participativas no valor de R$ 0,021438930 por debênture, totalizando a importância de R$ 8.330.290,38, a todos os detentores desses títulos com posição em custódia no Módulo Nacional de Debêntures (SND) e no Banco Bradesco S.A.
Ainda segundo a empresa, o pagamento será efetuado no dia 1º de outubro através da CETIP S.A. - Balcão Organizado de Ativos e Derivativos e do Banco Bradesco S.A., havendo incidência de imposto de renda na fonte sobre o montante a ser pago, na modalidade de renda fixa, oportunidade em que será aplicada a alíquota relativa à situação individual do beneficiário, com exceção daquele que comprovar, de modo inequívoco, o seu direito à dispensa de retenção na forma da lei.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010


CJF libera R$ 346 milhões em RPVs
O presidente do Conselho da Justiça Federal (CJF), ministro Cesar Asfor Rocha, liberou nesta semana, aos tribunais regionais federais (TRFs), limites financeiros de R$ 346.195.684,60 para pagamento de requisições de pequeno valor (RPVs) na Justiça Federal.
As requisições se referem a dívidas judiciais da União e de órgãos públicos federais, como o INSS, autuadas em julho de 2010.
O depósito desses valores na conta dos beneficiários é feito pelos TRFs, de acordo com seus cronogramas próprios.
Os recursos liberados atendem à classificação das despesas realizadas segundo a natureza do crédito, seja alimentícia e não alimentícia.
Os débitos de natureza alimentícia são aqueles decorrentes de salários, vencimentos, proventos, pensões e suas complementações, benefícios previdenciários e indenizações por morte ou invalidez.
Do total geral, R$ 235.241.247,10 correspondem a processos previdenciários – revisões de aposentadorias, pensões e outros benefícios – que perfazem um total de 36.451 ações, beneficiando 42.519 pessoas em todo o país.
Os valores alimentícios correspondem a R$ 85.005.077,81e os não alimentícios a R$ 6.109.442,87.
RPVs a serem pagas em cada região da Justiça Federal, através da Caixa Econômica Federal. Na área de abrangência do TRF da 2ª Região, que tem sede no Rio de Janeiro e abrange também o Espírito Santo, foi liberado um total de R$ 44.488.611,43, sendo que R$ 16.435.583,36, que beneficiará 1.530 pessoas.
Site do 
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vai entrar no ar
Breve no ar o site www.jornalcorreiodenoticias.com
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27/AGOSTO/2010

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Estado cria programa de financiamento e modernização da frota pesqueira

Foto: Divulgação


Conforme publicação no Diário Oficial desta segunda-feira (19/7), fica instituída a criação do Programa Estadual de Financiamento da Ampliação e Modernização da Frota Pesqueira do Estado do Rio, que compreende financiamentos para aquisição, construção, conversão, modernização, adaptação e equipagem de embarcações pesqueiras.
O objetivo é proporcionar a eficiência e sustentabilidade da frota pesqueira, promover o máximo aproveitamento das capturas, aumentar a produção estadual, utilizar estoques, consolidar a frota e construir embarcações destinadas à pesca oceânica a fim de melhorar a segurança de navegação e garantir a qualidade do pescado produzido no Estado do Rio.
A homologação dos projetos será feita pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento, através da Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro – Fiperj. O programa, de autoria do deputado Alcebíades Sabino, será financiado por recursos próprios do Estado e/ou parceria do Governo Federal.
Na mesma edição do Diário Oficial, foi instituído o Dia Estadual da Mulher Cooperativista, a ser comemorado no dia 25 de março. A lei, que é válida no âmbito do Estado do Rio, é de autoria do deputado Paulo Ramos.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Barra do Piraí e Pinheiral terão benefício fiscal

Deputado Edson Albertassi, um dos autores do projeto 

Os distritos industriais dos municípios de Barra do Piraí e Pinheiral passarão a integrar a lista de locais beneficiados pela redução fiscal para atração de empresas contida na Lei 5.636/10.A inclusão aumentará para 51 o número de lugares beneficiados pela redução de 19% para 2% na base de cálculo da alíquota do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS). “A receita dos municípios e distritos industriais atualmente beneficiados pela lei em vigor não chega a representar 3% do ICMS total do Estado. Então, o que estamos produzindo é uma descentralização do desenvolvimento”, defendeu o deputado André Corrêa (PPS) que assina o projeto de lei 3.107/2010, aprovado pela Assembléia Legislativa do Rio (Alerj) nesta quarta-feira, ao lado do deputado Edson Albertassi (PMDB). O texto será enviado ao governador Sérgio Cabral, que terá 15 dias úteis para sancionar a medida. A minimização do impacto do benefício na receita do Estado foi uma resposta de Corrêa às críticas que a proposta, que inicialmente incluía apenas Barra do Piraí, recebeu – Posse e Pinheiral entraram através de emendas. O deputado Comte Bittencourt (PPS), por exemplo, sugeriu um estudo de impacto dos benefícios, enquanto seu colega Luiz Paulo (PSDB) alertou para o compromisso do Governo de beneficiar os municípios no entorno do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) – para atração de indústrias de terceira geração. “Isso significa que indústrias de produção de produtos plásticos se instalarão em outros municípios e não nos mais próximos ao Comperj”, alertou o parlamentar, citando especificamente Tanguá, Rio Bonito e Maricá.O presidente da Casa, deputado Jorge Picciani (PMDB), foi ao microfone defender e ampliação do benefício. Além de dar exemplos de casos bem sucedidos, como o de Três Rios e o de Queimados, sendo que este receberá 14 novas empresas até agosto, o parlamentar lembrou que o texto da lei tem uma clausula de exclusão do regime. “Se você aumentar em duas vezes e meia o valor de arrecadação, sai do regime”, lembrou. “Esse processo vem dando resultado, gerando emprego e renda, e aqui, hoje, fazemos justiça com essas cidades”, argumentou o parlamentar, que anunciou que atendendo reivindicações do prefeito Antônio Francisco Neto, o Governo estuda incluir o distrito industrial de Volta Redonda na lei.
Segundo o presidente da Alerj, Jorge Picciani, o prefeito de Volta Redonda argumentara que de devido à privatização da Companhia Siderúrgica Nacional, a cidade perdera milhares de empregos e que várias demissões teriam ocorrido depois do fechamento de uma fábrica de estrutura metálica, a FEM.
Celular pré-pago no Brasil é o mais caro da América Latina, diz estudo


O Brasil tem a tarifa de celulares pré-pagos mais cara da América Latina e do Caribe. De acordo com estudo regional, o gasto do brasileiro com um celular pré-pago foi de US$ 45 no segundo trimestre do ano passado, 75,2% a mais do que o de Honduras, o segundo país com maior custo na América Latina, US$ 25,69.
Os dados são de pesquisa realizada pelo Dirsi (Diálogo Regional sobre a Sociedade da Informação). Foram pesquisados 20 países do Caribe e da América Latina.
Em comparação com a Jamaica, que tem o menor custo do continente (US$ 2,21), a diferença é de mais de 20 vezes.
Os preços do estudo são referentes à utilização de um aparelho pré-pago para a realização de 360 ligações e envio de 395 mensagens.
No geral, as tarifas na América Latina são mais altas do que em outros lugares do mundo. Os gastos com celulares pré-pagos dos latino-americanos são, em média, de US$ 15.
Em países membros da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), que inclui Europa e Estados Unidos, o gasto médio é de US$ 13,50, enquanto nos países asiáticos o valor destinado para tal despesa é de US$ 3,60.
Diante de tal cenário, conclui o estudo, o tempo de uso dos celulares pré-pagos ainda é baixo na região, sobretudo, no Brasil -apesar de os pré-pagos serem a maioria entre os usuários.
O tempo gasto pelos latino-americanos com serviços disponíveis nos celulares é de 116 minutos por mês, enquanto na África é de 129 minutos e na região da Ásia–Pacífico, de 290 minutos.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Municípios da região metropolina recebem
recursos do Somando Forças

Os municípios de Paracambi, São João de Meriti, Belford Roxo, Duque de Caxias, Mangaratiba, Maricá, Nilópolis, Niterói e Nova Iguaçu recebem nesta sexta-feira (02/07) cerca de R$ 19,6 milhões em recursos do Programa Somando Forças, para realização de obras de infraestrutura. Os recursos são liberados pela Secretaria estadual de Obras, para que as prefeituras possam contratar as obras e ampliar a cobertura de saneamento, urbanização e atendimento aos alunos da rede municipal.
São João de Meriti recebe R$ 8,4 milhões para a compra de seis caminhões basculante truck, dois caminhões basculante toco, dois caminhões vassoura, três retroescavadeiras, uma patrol, uma vibroacabadeira, quatro rolos compressores, uma pá mecânica, dois rolos lisos compactadores articulados, um caminhão truck, com carroceria de madeira e munck e três escavadeiras esteira. Também foi liberado R$ 2,3 milhões para obras de construção, pavimentação, reforma e substituição da iluminação de diversos pontos do município.
Já Nova Iguaçu recebe uma parcela de R$ 1 milhão para a construção do viaduto da Posse, cerca de R4 738 mil para a construção da escola de Austin, cerca de R$ 1,4 milhão para obras de infraestrutura e cerca de R$ 1,1 milhão para obras de tratamento e esgotamento sanitário, assim como drenagem em diversos bairros.
O município de Paracambi tem em sua conta recursos para a compra de patrulha mecanizada, no valor de cerca de R$ 518 mil, além de uma parcela de R4 474 mil para as obras de esgotamento sanitário, drenagem e pavimentação do bairro Guarajuba.
Belford Roxo recebe a primeira parcela de R$ 711 mil para a construção de um prédio de três andares, que irá abrigar equipamentos municipais, assim como uma parcela de R$ 80 mil para a reforma e ampliação do Teatro da Casa da Cultura. Enquanto isso Duque de Caxias terá a parcela de R$ 1,18 milhão para a construção de escolas, centro de prestação de serviços sociais e canalização de trecho do canal do Bom Retiro.
Atendendo a uma reivindicação antiga dos moradores, Maricá recebe uma parcela de R$ 697 mil para as obras de requalificação da estrada de Itaipuaçu, principal acesso da população local à Rodovia Amaral Peixoto. Mangaratiba recebe parcela de R$ 37 mil para obras de pavimentação e construção da rede de águas pluviais na Praia do Saco, assim como R$ 65 mil para pavimentação de rua de acesso ao viaduto de Brasilinha, em Itacuruçá.
Nilópolis recebe uma parcela de R$ 285 mil para as obras de infraestrutura desportiva e lazer no Parque Natural, enquanto Niterói tem parcela de cerca de R$ 631 mil para a construção do pólo cultural da Moda.